Filme, café caiçara e ciranda na abertura da exposição Os Nomes da Ciranda

A exposição de fotografias e objetos conta com acervos cedidos por familiares

A abertura da exposição Os Nomes da Ciranda, na tarde da última sexta-feira, contou com a participação de mestres como Seu Lourenço, Seu Verino, Adail e Zé Malvão.

No salão da exposição, foi exibido “No tempo do chiba”, minidocumentário produzido pela equipe do projeto Paraty Ciranda. O filme conta com trechos de entrevistados relembrando os antigos bailes que animavam Paraty.

No sábado, foi exibido “Cantando verso”, que ilustra como a arte das rimas de improviso é parte da cultura dos cirandeiros.

Após a exibição dos vídeos, os mestres participaram de uma roda de conversa e “causos”, e logo depois armaram uma ciranda, que animou a praça de armas do Forte.

Uma mesa com quitutes típicos — biju, manuê de bacia, bolo de milho, cuscuz, café adoçado com caldo de cana — fez a alegria dos visitantes.

A exposição é o principal produto do Projeto Paraty Ciranda, que conta com apoio do Ibram em Paraty. O projeto, que envolve pesquisa e mapeamento da ciranda no município, foi realizado pelo Instituto Colibri e patrocinado pela Secretaria de Estado da Cultura do Rio de Janeiro.

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